Missão da ONU virá reconstruir o Brasil após as Eleições

A Organização das Nações Unidas anunciou nesta quarta-feira que iniciará imediatamente uma ação de esforços conjuntos para reconstruir o Brasil após dois turnos seguidos de eleições atingirem o país.

O anúncio ocorreu logo após relatos de que a faminta população local planeja se alimentar dos candidatos que ela mesma refugiou em cargos nos poderes Executivo e Legislativo.

Entre as áreas mais ameaçadas estão Assembleias Legislativas e sedes de Governos por todo território nacional. A situação é mais grave no Distrito Federal, onde etnias petistas e tucanas seguem disputando o poder mesmo após o encerramento dos pleitos.

Os primeiros esforços deverão se voltar para a região do Planalto Central, onde um evento climático de forte intensidade deixou grandes estragos. Apelidada de Frente Fria Limpa, a tempestade devastou candidaturas com mais de 20 anos de existência e tornou dezenas cargos eletivos inabitáveis.

A missão pacirficadora da ONU tentará recuperar Câmaras de Deputados pelo país, onde os estragos foram maiores.

A comitiva da ONU no Brasil incluirá 6 mil juristas, 2 mil parlamentares estrangeiros e 4 padres. Juntos, eles pretendem intervir no Congresso Brasileiro. Lá, serão feitos mutirões de deputados locais para a construção de uma reforma política que aprimore o processo eleitoral.

A ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) e sua representante Angelina Jolie foram os primeiros a chegar ao país, trazendo ajuda humanitária e trabalhando nas atividades de recuperação dos órgãos legais.

“Quero ir ao Brasil para adotar um ou dois deputados”, anunciou a atriz norte-americana. “Muitos desses seres humanos não tiveram as oportunidades que nós tivemos. Se eu conseguir alimentar e alfabetizar um deputado que seja, já terei feito a minha parte”, declarou emocionada.

As agências de ajuda humanitária já trabalham intensamente nas atividades de resgate de candidatos refugiados. Testemunhas relatam que políticos como José Genoíno e Tasso Jereissati seguem desaparecidos nos escombros eleitorais.

A ONU decidiu também enviar jornais, revistas e material de ajuda de emergência ao Congresso Nacional, onde cadeiras da Câmara foram ocupadas por centenas deputados em condições desumanas para legislar. O prazo para retirar os senadores e deputados do território de risco é 12 meses.

As autoridades ainda não confirmaram o número oficial de eleitos, mas elas temem que possa chegar aos milhares.