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Jovem processa trio elétrico por não ter beijado ninguém no Carnaval

Auxiliar administrativo passou o ano inteiro economizando, mas fracassou

Auxiliar administrativo passou o ano inteiro economizando, mas fracassou

Ainda antes do fim do Carnaval baiano, os proprietários do trio elétrico Primos de Gandhy foram surpreendidos durante a tarde da quarta-feira de cinzas.

Um jovem paulistano está processando-os por não ter beijado nenhuma garota durante a passagem do trio pelo Cirtuito Campo Grande do Carnaval de Salvador.

O auxiliar administrativo Antônio Carlos de Farias Bianco alega estar frustrado por economizar durante um ano inteiro e, mesmo assim, seu placar não ter saído do zero enquanto seguia o trio dos Primos. Os abadás para este trio chegaram a custar R$ 1.490.

“É propaganda enganosa, todos voltam de Salvador dizendo ter pego um monte de mulheres”, lamentou.  “Não faturei nenhuma gordinha, nem na hora que eles pediram para os ‘quiabeiros’ tirarem o pé do chão”, argumentou Bianco.

Segundo ele, algumas pessoas a seu redor sofriam com o mesmo problema. Seu plano é conseguir contato com algumas delas e entrar com uma ação coletiva na justiça. “Isso não pode ficar desse jeito”, indignou-se o jovem.

Porém, mesmo recebendo a indenização pretendida, o auxiliar administrativo teme viver com um trauma. “Achei que era minha salvação, em São Paulo nunca pego ninguém, imaginei que lá eu conseguiria”, completou Bianco.