
Quadrilha desmantelada pela Interpol agia a mais de 20 anos traficando órgãos
Após meses de investigações e escutas telefônicas, a Interpol conseguiu reunir provas para emitir mandato de prisão para 157 pessoas envolvidas em tráfico de órgãos. A quadrilha atuava interceptando os instrumentos em países da América Latina e os desviavam para igrejas dos Estados Unidos e Europa.
A organização criminosa, espalhada por diversos países, contava com uma grande variação de profissionais. Desde carregadores, até afinadores. Documentos dão conta de que a quadrilha começou a se estruturar na década de 70 e, desde então, vinha traficando órgãos.
Depois da captação do órgão, todo o processo se iniciava em Colonia del Sacramento, no Uruguai. Por ficar às margens do Rio da Prata, a pequena cidade uruguaia era considerada ponto estratégico por ter um porto de pequeno porte e com pouco movimento. Lá o instrumento tinha seu número de série adulterado.
Então, o órgão saía do território uruguaio de navio indo até a costa boliviana. Após o pagamento de propina ao oficial alfandegário, seguia de caminhão para Bogotá. Lá era impressa a nota fiscal com o novo número de série, assim deixando o instrumento dentro das leis internacionais e pronto para a venda a igrejas europeias e estadunidenses.
Com a quadrilha presa, a Interpol pretende ter o número exato de órgãos traficados.

Navio até a costa bolivana? desde quanto Bolívia tem saída para o mar?
Grandes palhaços. O que não fazem por uma graninha. Mas reconheço, são criativos Sempre tem um palhaço novo neste circo em que vivemos. Sucesso e um abraço para a família. E não se esqueçam de me convidr para o casamento dos seus pais.
Um abraço e um enrrabaço paa vocês.
heheheh “de navio até a costa boliviana”. Boa!
Nossa, que interessante, não conhecia esse site, quando li o título, jurei que eram órgãos humanos… podre