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Jornal Contrata Crítico de Maconha

Um jornal de Denver, no Colorado (EUA), está contratando um jornalista especializado para escrever críticas sobre os efeitos medicinais da maconha. A droga só é liberada para uso medicinal nesse estado norte-americano. Assim que foi divulgada num blog, a vaga recebeu 120 candidaturas. O “crítico de baseados” terá de escrever uma coluna com indicações sobre locais onde pacientes com prescrição médica podem comprar maconha, as variedades disponíveis da planta, e os preços.

marijuana-leafMas a incumbência que tem mais atraído os candidatos é poder falar sobre o gosto e o barato que cada tipo de maconha pode oferecer. Segundo especialistas, existem basicamente dois tipos de cannabis sativa, a que dá uma alegria fantástica e faz o usuário achar graça até no programa da Hebe, e outra, com efeitos mais calmantes, que faz o sujeito ficar relaxado até mesmo no trânsito da Marginal Tietê, em São Paulo, às 18hs de uma terça-feira de chuva.

Interessados brasileiros para esta vaga podem enviar os currículos para editor@diariodebarrelas.com.br informando há quantos anos consome a erva e o que o torna um crítico capacitado para a vaga.

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7 comentários sobre "Jornal Contrata Crítico de Maconha"

  1. ANJU disse:

    Isso é uma hipocrisia, para que a legalização que eles “Governadores, Deputados e sei la mais quem” lucram muito mais com a ignorância do povo que não vê que são manipulado pelos tais. De modo Cultural e medicinal é o jeito mais simples para o controle tanto do estado que não se preocupa pois é uma questão de saúde não policial.

  2. edu disse:

    não compre, plante!

  3. Lola disse:

    aí….sóóóóó brow!!!!

  4. thata disse:

    pode crer

  5. cabral disse:

    eu acho que… que… é… ixi, esqueci.

  6. Henrique disse:

    Hsausahuashsauhsaus… Ótimo, faço uso medicinal da erva a 5 anos e gostaria mto de fzer parte da vaga de crítico. Faremos isso aqui no Brasil também!

    • É importante debater sôbre este assunto; o uso e a comercialização. Deve ser muito difícil, no Brasil, regulamentar e comercializar.Como seria comercializado? Além do uso medicinal, também poderia ser legalizado, òbviamente, para fonte de prazer, com as orientações e restrições legais.Mas e a rotina estabelecida? Os comerciantes teriam coragem de vender? E a fonte? Na Espanha existe um tipo que não possui thc nem canabidiol suficiente para para fazer a cabeça. É utilizada para fabricação de tecidos resistentes (4 a 6 vezes mais forte que o algdão).Também conhecida como cânhamo,seviu para fazer velas para antigas embarcações e as sementes alimentaram muitos pássaros,possui alto valor nutritivo , quase igual à soja.Existem várias aplicações úteis.

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